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Milho recua em Chicago com petróleo mais fraco e avanço da colheita nos EUA, enquanto preços no Brasil seguem firmes com oferta restrita
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24/11/2025 | Ícone Minitag 

Os futuros de milho na Bolsa de Chicago (CBOT) fecharam em leve baixa
nesta sexta-feira, pressionados pelo enfraquecimento do petróleo e pelo
avanço da colheita nos Estados Unidos. O contrato março caiu 0,25 cent
(0,06%), para US$ 4,3750 por bushel. O petróleo recuou mais de 1% no dia,
influenciado pela redução das tensões entre Rússia e Ucrânia — cenário que,
segundo a ANZ, pode ter impactos mais amplos caso evolua para um acordo
de paz. O mercado também questiona a eficácia das recentes sanções dos
EUA contra Rosneft e Lukoil, já que o petróleo ligado à Lukoil no Iraque
continua chegando aos mercados globais.
No front da oferta, a colheita norte-americana atingiu 91% da área,
mantendo elevada a disponibilidade física do cereal. A pressão também vem
da América do Sul: na Argentina, o plantio da safra 2025/26 avançou para
37,3%, com lavouras em condição de normal a excelente, embora excessos
hídricos ainda afetem 12% da área e dificultem a operação das máquinas.
Enquanto isso, no Brasil, os preços do milho permanecem firmes diante da
retração dos vendedores, que estão concentrados na semeadura da safra de
verão. A demanda é pontual, com negócios voltados à recomposição de
estoques. Entre 13 e 19 de novembro, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa
(Campinas-SP) subiu 0,3%, encerrando a R$ 67,64/saca, acumulando avanço
de 2,3% no mês. Na média nacional, houve aumento de 0,1% no balcão e de
0,3% nos lotes. Já na B3, com pouca liquidez no spot, o contrato Jan/26
recuou 0,1%, para R$ 70,89/saca, enquanto Mar/26 caiu 0,4%, a R$
72,28/saca. No mercado internacional, os preços acumulam queda de 3%
entre 13 e 20 de novembro na CME Group: Dez/25 fechou a US$
4,265/bushel, Mar/26 a US$ 4,3775 e Maio/26 a US$ 4,4525/bushel. Depois
do longo período sem atualização por causa do shutdown, o USDA retomou a
publicação de seu relatório mensal de oferta e demanda.
Fonte: Estadão, Angelo Ikeda
Fonte: Estadão
 
Para a safra 2025/26, o órgão projetou produção mundial de 1,28 bilhão
de toneladas, alta de 4,5% sobre a temporada anterior. Embora a produção
dos EUA tenha sido ligeiramente reduzida em relação ao relatório de
setembro, ela permanece recorde, estimada em 425,52 milhões de toneladas.
O aumento da oferta na União Europeia e no México compensou
parcialmente o corte norte-americano.
O consumo mundial foi elevado para 1,29 bilhão de toneladas, com
aumento projetado para Brasil, União Europeia, México e Argentina. Como
resultado, os estoques finais devem cair 3,5%, para 281,34 milhões de
toneladas, levando a relação estoque/consumo para 21,9% — o menor nível
desde 2012/13, quando era de 16,4%. Nos portos brasileiros, os embarques
de milho ganharam ritmo em novembro. Segundo a Secex, a média diária
embarcada está 7,6% acima do observado em novembro de 2024. Em apenas
10 dias úteis, já foram exportadas 2,67 milhões de toneladas. Caso o ritmo
seja mantido, as exportações do mês podem alcançar 5 milhões de
toneladas.
Fonte: Estadão, Angelo Ikeda
Fonte: Estadão
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