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Soja sobe em Chicago e no Brasil com corte na oferta global, atraso na safra argentina e produtores retraídos
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24/11/2025 | Ícone Minitag  Soja

Os futuros da soja na Bolsa de Chicago (CBOT) fecharam em leve alta
nesta sexta-feira, sustentados por ajustes de posições após a queda da
véspera e por novos sinais de aperto na oferta mundial. O contrato janeiro
avançou 2,50 cents (0,22%), para US$ 11,25 por bushel. O movimento foi
reforçado pelo levantamento do Conselho Internacional de Grãos (IGC), que
reduziu a projeção de produção global em 2 milhões de toneladas, para 426
milhões, e cortou os estoques finais para 77 milhões de toneladas. Além
disso, o atraso da safra argentina segue no radar: o plantio atingiu apenas
24,6% da área estimada de 17,6 milhões de hectares, 11 pontos abaixo do
ritmo do ano passado.
 
No lado da demanda, a Teucrium Trading destacou que o consumo firme
de proteína animal deve sustentar o uso de grãos para ração, impulsionando a
demanda por soja e milho em 2026. Ainda assim, a cautela dos investidores
quanto ao apetite chinês limitou ganhos mais robustos. No Brasil, as
irregularidades das chuvas, áreas que precisam de replantio e a expectativa
de maior demanda externa em 2025 tornaram os produtores mais resistentes
a negociar novos lotes, reduzindo a liquidez no mercado spot e elevando os
preços internos. Entre 13 e 19 de novembro, os Indicadores CEPEA/ESALQ de
Paranaguá e do Paraná subiram 1,2% e 1,1%, para R$ 141,70 e R$
135,85/saca, respectivamente. Na média nacional, houve alta de 0,3% no
mercado de balcão e de 0,4% nas negociações entre empresas.
 
O farelo de soja também registrou valorização, com demanda aquecida
— alta de 1,3% na média das regiões monitoradas pelo Cepea. Já o óleo de
soja operou em baixa, pressionado pela menor procura das indústrias de
biodiesel, que reportam estoques confortáveis. O produto caiu 2,5% no
período em São Paulo, para R$ 7.034,32/tonelada.
Fonte: Estadão
 
Após semanas sem atualização devido ao shutdown, o USDA voltou a
publicar seus dados globais de oferta e demanda. Para a safra 2025/26, o
Departamento revisou para baixo a produção dos Estados Unidos (115,75
milhões de toneladas), da Índia (10 milhões) e da Argentina (48,5 milhões),
projetando queda de 1,3% na oferta global, para 421,75 milhões de
toneladas. Em contrapartida, o órgão estima produção maior no Brasil (175
milhões de toneladas), China, Paraguai e Rússia.
 
O USDA também prevê esmagamento mundial de 365 milhões de
toneladas (+2%), com aumento em 11 dos 15 maiores processadores. As
quedas mais relevantes devem ocorrer na Argentina, União Europeia e Índia.
Fonte: Estadão & ESALQ
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